Feelings...

Assim sou cansado de ser suprimido
por todos os teus temores infantis
e se tiverdes que me deixar, desejo
que partas exactamente, porque
a tua presença demora-se sempre aqui,
e não me deixará ser o único sozinho.

Estas feridas, não me parecerá leal
curar esta dor, demasiado real
e simplesmente injusto, que o tempo
não conseguirá e não pode apagar

Quando choraste por mim,
limparias distante todas as lágrimas
quando a mim me gritavas
combaterias todos os teus temores
mas tive a  tua mão, por todos estes anos

Mas tem-me sempre toda ela,
que entregou-me ao cativeiro
pela sua luz ressonante, mas agora,
eu sou vinculado pela vida,
vós à esquerda atrás da sua cara
que assombra a minha desejada
uma vez que a agradável sonha
com a tua voz perseguindo e
afastando todo o sentido em mim.

És minha uma única vez, que me agrada
ao sonho a tua voz que caçou distante
toda a saúde de espírito em mim nestas feridas
não parecerá curar esta dor que é verdadeira
e simplesmente reais, lá demasiado justo e
injustas demasiado serão, que o tempo não
pode apagar!

Quando tu gritavas eu limparia
todos os teus rasgos
quando me gritarias lutavas
afastando todos os teus medos
e eu prendi tua mão com todos estes anos,
mas tu tens-te toda em mim.

Eu tentei assim, duramente dizer-te
que não estás indo embora,
que tu sejas, ainda, como em mim,
enquanto eu estive sempre sozinho
longitudinalmente..

publicado por Mário Feijoca às 00:29 | comentar | favorito