Pseudo de coisa Nenhuma

Eu sou um pseudo de coisa nenhuma... sou o que se pode dizer de uma pessoa banal - banal para aqueles que pouco, ou mesmo nada, sabem sobre mim... excepto o meu psicanalista, é obvio - Mas um grande rival das minhas ideias, um prisioneiro dos meus sentimentos o carrasco das minhas feridas, e o juiz da minha sentença. E quando todos eles se reúnem para me darem cabo do "canastro", fecho-lhes todas as portas. Apenas deixo entrar um feixe de luz através da janela meio aberta, meio fechada, que vai trespassado a minha alma e liberta a minha consciência. E assim, posso sempre continuar a sonhar, porque o erro criou muito mais do que a verdade! Ver e ouvir são as únicas coisas nobres que a vida contém.
publicado por Mário Feijoca às 06:13 | comentar | favorito