31
Jan 07
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Jan 07

Escassos Pensamentos...

Pode ser difícil expressar o que sinto, dado que as emoções têm uma natureza indomável, mesmo que tentemos racionalizá-las. O mais importante é admitir em nós mesmos o que se tenta em vão esconder. Ao olhar para dentro confronto-me com um poder interior que é capaz de superar as minhas mais difíceis adversidades. Muitas vezes é em momentos de crise que acciono essa capacidade de regeneração, de dar a volta por cima.
 
 O poder nasce da união de esforços. Pessoas que juntas podem realizar algo de muito importante, de carácter revolucionário e contestador. Este é o momento de mobilizar pessoas em torno de propósitos comuns. A fase  do ciclo astral remete a uma profunda inquietação emocional, e que atinge as nossas defesas, medos e vulnerabilidades. Não tentemos controlar o fluxo das coisas, saibamos fluir espontaneamente com a vida. A humanidade vive um processo de limpeza, que não é tranquilo, pois há muita resistência em aceitar a necessidade de mudanças em cada individuo, para que haja mudanças no colectivo. Tenhamos a coragem de transformar o que em nós está estagnado. Tudo chega ao seu momento de auge, e então a uma situação de declínio, onde é preciso avaliar o resultado dos nossos actos e escolhas. Este é o movimento incessante da vida.
 Não queiramos controlar o que está além do nosso controle. Não se deve ter receio de mudanças, pois elas significam viver mais de acordo com a essência, e estar aberto às inovações e experiências.
 
 As mudanças não devem ser apenas externas, elas devem mobilizá-lo interiormente. Intensas emoções que podem ter estado durante muito tempo soterradas vêm à tona, e tornam difícil a arte da convivência pacifica. É preciso reconhecer essas emoções, para então transmutá-las. O que parece veneno, pode ser na verdade a cura... Tal como a reciclagem pode dar aos materiais uma nova utilidade, assim deve ser com os recursos que nós temos à disposição, libriano. Cabe agora fazer uma renovação, desapegando-se, e reconhecendo o que deve ser transformado.
 
 Mudar a realidade é modificar a forma como a percebemos. As pessoas podem passar pelas mesmas situações, mas encará-las de modo muito distinto. Saiba reconhecer o que pode ser mudado na mentalidade, favorecendo o nosso crescimento. Não se engane, não nos iludamos. Saberemos melhor do que ninguém que as coisas não são o que aparentam ser. Usa sempre esta habilidade de penetrar no que está por detrás das aparências para perceber o que está acontecendo emocional e espiritualmente; Anoitece muitas vezes durante o dia.

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<IMG height=355 src="http://img.photobucket.com/albums/v416/ARQUINORMA/BlueNight_bild2.jpg" width=355 align=left> <P align=justify>Pode ser difícil expressar o que sinto, dado que as emoções têm uma natureza indomável, mesmo que tentemos racionalizá-las. O mais importante é admitir em nós mesmos o que se tenta em vão esconder. Ao olhar para dentro confronto-me com um poder interior que é capaz de superar as minhas mais difíceis adversidades. Muitas vezes é em momentos de crise que acciono essa capacidade de regeneração, de dar a volta por cima. <BR> <BR> O poder nasce da união de esforços. Pessoas que juntas podem realizar algo de muito importante, de carácter revolucionário e contestador. Este é o momento de mobilizar pessoas em torno de propósitos comuns. A fase  do ciclo astral remete a uma profunda inquietação emocional, e que atinge as nossas defesas, medos e vulnerabilidades. Não tentemos controlar o fluxo das coisas, saibamos fluir espontaneamente com a vida. A humanidade vive um processo de limpeza, que não é tranquilo, pois há muita resistência em aceitar a necessidade de mudanças em cada individuo, para que haja mudanças no colectivo. Tenhamos a coragem de transformar o que em nós está estagnado. Tudo chega ao seu momento de auge, e então a uma situação de declínio, onde é preciso avaliar o resultado dos nossos actos e escolhas. Este é o movimento incessante da vida.<BR> Não queiramos controlar o que está além do nosso controle. Não se deve ter receio de mudanças, pois elas significam viver mais de acordo com a essência, e estar aberto às inovações e experiências.<BR> <BR> As mudanças não devem ser apenas externas, elas devem mobilizá-lo interiormente. Intensas emoções que podem ter estado durante muito tempo soterradas vêm à tona, e tornam difícil a arte da convivência pacifica. É preciso reconhecer essas emoções, para então transmutá-las. O que parece veneno, pode ser na verdade a cura... Tal como a reciclagem pode dar aos materiais uma nova utilidade, assim deve ser com os recursos que nós temos à disposição, libriano. Cabe agora fazer uma renovação, desapegando-se, e reconhecendo o que deve ser transformado. <BR> <BR> Mudar a realidade é modificar a forma como a percebemos. As pessoas podem passar pelas mesmas situações, mas encará-las de modo muito distinto. Saiba reconhecer o que pode ser mudado na mentalidade, favorecendo o nosso crescimento. Não se engane, não nos iludamos. Saberemos melhor do que ninguém que as coisas não são o que aparentam ser. Usa sempre esta habilidade de penetrar no que está por detrás das aparências para perceber o que está acontecendo emocional e espiritualmente; Anoitece muitas vezes durante o dia. </P><P align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 85%"><A <div><EMBED src=http://www.youtube.com/v/XChbeVki1fc width=280 height=230 type=application/x-shockwave-flash wmode="transparent"></A></SPAN></P>
publicado por Mário Feijoca às 19:43 | comentar | ver comentários (4) | favorito
24
Jan 07
24
Jan 07

Um simples, dedo!..

Existem riscos que nos absorvem sem sequer darmos conta de que eles se desenrolam como uma bola de neve imparável, transformando-nos numa outra pessoa por nos agarrarmos incansavelmente ao mundo virtual despendendo assim, demasiado do nosso tempo do qual pouco resta para os interesses que nos rodeiam. Obrigam-nos a absorver um vício quase inofensivo originando um gradual afastamento, cada vez mais intenso no seio familiar, contribuindo desta forma para uma obstrução do nosso equilíbrio emocional que se sentirá dividido entre o real e o virtual, criando um mundo à margem dos que nos rodeiam e coabitam connosco originado pelo simples vício do computador.
Este é o mundo em que nos movimentamos actualmente e nos trouxe novas equações que teremos de desvendar afim de não alterar o conceito de vida conforme a conhecemos hoje e os perigos que daí poderão surgir, se não se levar isso em linha de conta, numa perspectiva de prevenção, é um risco que se corre nas proporções desgovernadas que nos levarão cada vez mais ao limite da segregação social e sobretudo, mais grave ainda, familiar, deixando-a simplesmente ao seu abandono.
Os vícios descontroláveis no mundo virtual serão agravados pela monotonia dos nossos pontos mais fracos. Durante centenas de anos foi-se desenvolvendo tanto no homem como na mulher habilidades que criaram a ideia do adultério como uma tábua de salvação para as suas angústias, a internet aqui, surgiu como a oportunidade escondida tão desejada, oferecendo imensas e variadas possibilidades de quebrar a monogamia ainda existente entre os homens e mulheres, que, de uma forma ou de outra, nunca se arriscariam a não ser na internet, por julgarem, descontraidamente que se sentirão protegidos por detrás dum simples monitor, este é o primeiro erro no mundo virtual.
O mundo virtual está aberto a todo o género de pessoas nos mais variados propósitos, vai desde os "bi" aos "mono",  terminando nos "gamo", são estas as três características dos cibernéticos, os mais perigosos serão os do tipo gamo, por incutirem falsos valores afim de destabilizarem os mono, consequentemente aqui destaca-se em grande plano a mulher, de forma a poder exercer as suas ilimitadas capacidades, longe de tudo e todos de modo a fazer valer a sua arte argumentativa de seduzir, sem estar sujeita a recriminações inibitórias sociais, que as estimulam a enveredar nas suas maiores habilidades, que quase sempre começam em tom de brincadeira, mas que na grande maioria das vezes saem fora do seu controle. Poderá levar ou não, meses até surgir a possibilidade de se realizar um simples encontro para tomar um café. A partir daqui, a sua familiaridade desenvolve-se descontraidamente em direcção a uma inesperada aventura, seja ela através de chats,  fóruns de qualquer género, ou até na simples troca de mails, desenrolar-se-á uma intimidade mais profunda criando situações mais abertas ao seu entendimento, desabafando as suas carências afectivas, aludindo por vezes à sua insatisfação no relacionamento com sua companheira ou companheiro que abrirá um precedente e até, uma apetência generalizada para se ir mais além, ultrapassando o risco da coerência aventurada.
Porque na zona fantástica do cérebro, existem sempre homens e mulheres mágicos, que os levarão à famigerada traição, infelizmente isto é muito comum, a curiosidade que ela pode promover atingirá o seu limite máximo arriscando sempre de modo a ir para além das nossas limitações conscientes. Os nossos comportamentos alteram-se e a isso ninguém está imune.
Existe sempre uma guerreira capaz de desencadear situações que alteram o comportamento do mais pacato e inofensivo dos homens a enveredar por um desenvolvimento dum relacionamento descontrolado que o levará a trair os seus próprios princípios, pondo em causa a sua tranquilidade familiar e acima de tudo a da sua companheira.
O homem está sempre muito mais exposto e sujeito a estas vulnerabilidades do que acontece em relação à mulher, isso deve-se sobretudo ao facto da facilidade que ele tem na abordagem com o desconhecido,  por nunca se sentir ameaçado nem  recriminado, como acontece por exemplo na condição feminina, elas são sempre muito mais descriminadas socialmente obrigando-as a socorrer-se da indiscrição para romper barreiras, raras vezes  inclusive, partilham as suas aventuras com a mais intima das amizades, sempre com receio de não serem bem interpretadas. Porém, no caso do homem, isso não acontece por não encontrar obstáculos de qualquer espécie a não ser a sua própria consciência, ele encontrará sempre um caminho aberto que o levará a prontificar-se a uma apetência instantânea de um relacionamento extraconjugal, e quando isso acontece é prática comum, vangloriando-se quase sempre do seu feito entre o convívio dos amigos sem temer a recriminação espontânea.

No mundo virtual, romperam-se essas barreiras por estarem ambos em pé de igualdade e poderem utilizar os mesmo componentes na sua forma mais pura de sedução, porque comunicam entre si com as mesmas armas de atracção, a partir daqui, estão a um simples passo que os separam de começarem os encontros secretos, independentemente de terem ou não um relacionamento estável. A perspicácia tomará proporções fora do seu âmbito normal, devido a um estimulo que vai crescendo, cuja curiosidade em saber como será a pessoa com  quem se comunica e nos é completamente invisível, apesar de já se ter, demasiado conhecimento da vida íntima pormenorizada um do outro, que nem os seus mais chegados amigos são conhecedores dessas potencialidades, passará a ser, quase, um confessionário virtual, porque a argumentação deixou de se apresentar como um obstáculo ao rompimento da timidez. Aqui apenas estamos nós o teclado e o monitor, que nos levará até onde os nossos argumentos imaginativos nos permitirem na medida em que  as realidades separam-se do obvio valorizando cada vez mais o acaso.

Ainda não está estabelecido nenhuma forma de conduta e ética que salvaguarde os menos incautos de serem bombardeados com propostas indesejadas, actualmente, caberá a cada um de nós, estabelecer os limites da perversidade a que queremos estar sujeitos, evitando assim, os links mais suspeitos que se manifestam nas abordagens mais ultrajantes afim de atingir os seus objectivos mais inqualificáveis. É aqui, que se deve separar a fronteira  impondo a nossa própria conduta e ética, evitando-os. A internet actualmente é dos maiores mecanismos responsáveis das situações criadas, as quais, originando incompatibilidades nas desavenças familiares que levam ao desagregamento até atingir um desconforto insolúvel resultando quase sempre em divórcio; possivelmente entre nós ainda não chegou aí, embora existam já casos pontuais de situações de grandes desentendimentos entre os casais por existir o sentido presente da desconfiança, devido ao  tempo que o seu parceiro passa frente ao computador.
Não nos podemos abstrair que em metade dos casamentos está sempre presente a traição, nomeadamente os monogâmicos precipitados, levam-nos sempre a olhar duas vezes para uma possível aventura  passageira e inofensiva, se é que se poderá considerar um simples e único caso, inofensivo; enquanto isso não se tornar num hábito. O mais grave é quando ele já é recorrente não lhe atribuindo sequer qualquer sentido de culpabilidade, até que o seu aventurado caso seja descoberto pelo cônjuge. Não nos podemos esquecer, deixando para segundo plano, que noventa por cento dos casais ambicionam ter um caso... Assim,  não é menos importante lembrar, que os casais que vieram a casar com os seus amantes, atingem setenta e cinco por cento, mas sessenta por cento acabam inevitavelmente em divorcio passado pouco tempo por não haver entre eles um comportamento comum que estabeleça uma confiança mútua.

Estudos aprofundados realizados nos Estados Unidos relatam imensos casos de infidelidade desencadeados através da internet, que levam as pessoas a ir de encontro à aventura devido ao afastamento gradual de muitos casais por não estabelecerem um dialogo no seu relacionamento, deixando-se afundar no seu silêncio, recorrendo-se de desconhecidos para desabafar da teia de aranha que ele próprio criou. A internet tornou-se na mais perigosa amante que qualquer utilizador possa alguma vez ter, senão souber estabelecer um equilíbrio estável na relação do seu manuseamento obrigando-o a criar princípios protocolares preestabelecidos que separem o que é real do virtual. O mundo virtual nunca estará dissociado do real porque são de pessoas em qualquer dos casos que se trata, mas os perigos serão muito mais abrangentes senão se souber desligar da espontaneidade preconcebida e pensadamente elaborada para muitos de modo, a atingir as suas finalidades na componente mais estranha e bizarra, porque as manobras utilizadas são variadíssimas por ocultação do confronto directo separado por um estático e simples visor.
publicado por Mário Feijoca às 18:01 | comentar | ver comentários (1) | favorito
22
Jan 07
22
Jan 07

Alucinação da luz...

Por determinadas alturas da  vida questionamos a nossa memória e vagueamos em pensamentos que nos atraiçoam a tranquilidade daquilo que pretendemos fazer da nossa vida. Cada um terá a sua resposta no devido tempo, e não valerá de nada adiantar o seu percurso, porque nenhuma delas será igual. - Que pessoa me poderá parecer mais estranho do que eu próprio? Questionamos constantemente as nossas capacidades para saber se conseguimos fazer isto ou aquilo; se fracassarmos nos nossos propósitos, desmotivamos a nossa vontade de continuarmos o seu processo natural impedindo-nos de seguir enfrente. Mas por outro lado, se nos conhecermos suficientemente bem, saberemos adaptar-nos aos nossos reais fracassos como uma aprendizagem daquilo que se seguirá, mesmo que ainda desconheçamos que conseguimos. E a melhor consolação ao nosso fracasso é esquecer e partirmos noutra direcção. Esse é o verdadeiro e genuíno desafio que teremos de fazer sistematicamente para aligeirar o nosso percurso.
A afinidade íntegra e voluntária nas primeiras empinarias desobedecem, cremos sempre entender que há um elo na verdade uma dupla razão, mas por vezes chumba-se por ser sincero. Designadamente no seu enorme sentido prático. Depois vem um conjunto indissociáveis uns dos outros, que nos agarram ao pesadelo dos pensamentos porque nem tudo é luz do sol. Nós somos um animal que podemos produzir maravilhas no mundo, há algo em nós que não quer acalmar e por isso somos em determinada altura terríveis para controlarmos os nossos medos... Porque no nosso cérebro só uma parte dele se desenvolveu. Talvez o homem não seja feito para se sentir seguro, por sermos incompletos.

Quando perceberes aquilo que não o entendes, é porque chegou a altura de lutares por outras que não percebes. Sócrates disse : "conhece-te a ti mesmo" Quão simples, mas não menos verdadeiro. Não é o amor que nos faz mover montanhas, mas a falta que sentimos dele. A paixão não é eterna é somente um dos momentos fundamentais da nossa satisfação, quem se apaixona pensa que as coisas tem futuro amanhã. As pessoas que vivem em permanente solidão, nada os afecta, porque são muito mais resistentes ao sofrimento, há que fazer tudo sozinho, por isso, a resposta é tu mesmo - mas sem culpares os outros ou a sociedade pelos teus fracassos... Todos sofremos de uma  doença da necessidade chamado « amor » Creio que o problema é o facto de só se amar uma vez... Andamos sempre enganados, porque julgamos que amamos alguém. Mas depois compreendemos que não gostamos é de estar sozinhos, e servimo-nos do amor como se fosse verdadeiro para nos enganar da falta que lhe sentimos.
Nós não escolhemos o amor é sempre ele que nos escolhe a nós… Só temos é que saber sentir esse sinal, quando ele acontecer e estarmos preparados para o alimentar! Os únicos obstáculos somos nós próprios, muitos ideais que se perdem por arrogância e egoísmo; e esquecemo-nos de investir mais nas relações humanas, uma falsa comédia de nós porque são estranhas a si próprias. Alguns antigos filósofos como Platão ou Aristóteles entre outros, sugerem que o amor  só acontece uma vez? Talvez! Talvez porque a nossa longevidade de vida ser hoje muito maior, e consequentemente  haver diversas etapas de sentir o amor alterando esse sentimento numa simples e descomplexada passagem alucinada.

O que escrevo por paixão apenas escrevi por amor à escrita A força da imaginação numa página escrita é tão poderosa que nos dá a possibilidade de conversar e entender quem a escreveu...

publicado por Mário Feijoca às 17:14 | comentar | ver comentários (1) | favorito
10
Jan 07
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Jan 07

TU E EU

Bem sei .Tu estás na Bíblia, eu na Lista Telefónica. Tu vais para o céu. Eu vou contigo. Mas só para te levar as malas. A ti  hão-de deixar-te chocolates na almofada. A mim nem sequer me vão deixar entrar!
A tua alma será eterna e a minha, sejamos realistas, comida para gatos. Sei isso. Porque tu és boa e eu não sou. Tu és mesmo muito boa, sabias? Bem, eu também não estou mau para a idade.
Tens de ir já? Deve estar um frio lá em cima... Porque é que não poisas um bocadinho as asas? Gosto muito mais de te ver de mãos nuas. Tira essa toga ridícula e vem remexer-me nas cinzas como só tu sabes. Não tenhas medo. Fogo - tu és tão boa que seria maldade se isto fosse pecado

Miguel Esteves Cardoso

publicado por Mário Feijoca às 20:29 | comentar | ver comentários (2) | favorito