NOTA:

 Se nós fossemos sempre os mesmos
nunca saberíamos nada
nunca teríamos nada
e seríamos simplesmente nada!...

Um pequeno parêntesis em estilo de advertência; A minha mulher, por quem eu tenho um enorme carinho e a quem eu deposito  toda  confiança, seja ela, emocionalmente ou psicologicamente, porque é a minha maior crítica para o bem e para o mal. E, que me ajudou a tornar-me na pessoa que hoje sou. Detesta este romance! Todavia, cada um  tendo a sua personalidade própria e nunca intervindo pela via  impositora de qualquer espécie nas suas, porque nunca quisemos alterar nada daquilo que ambos gostámos um do outro antes de nos conhecermos, assim nos queremos  manter... A ela um muito obrigado, pela sua paciência em me aturar ao longo destes anos.

Hoje pelas 00;00 será postado o capitulo seguinte

publicado por Mário Feijoca às 17:44 | comentar | favorito