18. Um meio para atingir um fim.....

Image hosted by Photobucket.comHoje em dia, quando toda a gente de uma maneira geral, ou de outra, está aprisionada ao prazer, a  própria lei económica serve-se dessa apetência generalizada das populações principalmente das camadas mais jovens, que não têm os vícios retrógrados dos seus avós ou mesmo pais,  para vender os seus produtos em que o markting e os spots publicitários dão uma falsa necessidade de os utentes serem obrigados pelo prazer de adquirir determinados objectos,  apenas sendo uma forma da adolescência se afirmar no limiar de atingir a fase adulta e despedir-se da sua infantilidade; aderindo por qualquer determinada marca,  estar em ascensão, ou na moda. E a moda recorre-se sistematicamente da sensualidade implícita dos manequins ou top model's, que têm renome e sobretudo um palminho de cara que lhes vale ganhar somas astronómicas, influenciando as pessoas, como finalidade única, e, na generalidade, com o objectivo de incutir um prazer a quem adquire determinado produto.  Os jovens são sempre os principais visados. Algumas pessoas tendem a não querer largar-se dessa adolescência, mantendo-se crianças até ao resto das suas vidas, numas situações até convém ser-se, mas nunca em tudo, porque cada tempo tem o seu espaço de tempo. Nada está pensado ao acaso ou em vão, é sempre em volta do prazer e da luxúria assim como do próprio glamour, que se movimenta  o mundo civilizado em que vivemos. E os publicitários sabem disso, e têm hoje, um papel fundamental, em que a investigação sistemática, feita por imensas etapas no intuito de descobrirem as suas influências, afim de fazerem sobressair pormenores que caracterizam o comportamento humano no intuito de o influenciarem ao consumo. Fruto desses estudos, principalmente nas universidades norte-americanas, sendo os Estados Unidos o país que financia mais a investigação ao longo destes últimos anos, originando essas mesmas experiências, que seduzem e criam influências para lhes chegar como uma flecha  obrigando as pessoas a comprar para se sentirem bem consigo mesmas. Mas sobretudo, e além do mais, nunca esquecendo o agrado tanto em homens como nas mulheres, com o único intuito de poder agradar inquestionavelmente o sexo oposto. Assim como nos espaços em que todos nos movimentamos diariamente de modo a sermos notados, pelo charme que irradiamos, assim como, na maneira de nos apresentarmos em público pelas vestes que envergamos, como pelos cheiros sintéticos que utilizamos. As essências que compõem os variados perfumes são uma componente importante de modo a fazerem sobressair as pessoas a não passarem despercebidas, mas antes,  serem notadas pelo olfacto como acontece nos próprios animais, expondo-se na procura e necessidade cujo único fim é de atingirem o prazer e exaltar novas sensações de sedução no sexo oposto. Numa palavra, todos queremos agradar...

Os nossos corpos envoltos com toda a espuma provocado pelo gel de banho, davam-nos a sensação de pele viscosamente escorregadia, que iria facilitar a tarefa da penetração anal servindo de lubrificante. Tudo acontece num clímax crescente em que ambos estávamos envolvidos, ela estava calma, algo receosa mas devido a toda a excitação contribuía na perfeição, beijava-a com ternura e carinho, com uma das mãos acariciando-lhe suavemente o clítoris, com a outra dava-lhe carícias nos seus mamilos, que ia cada vez mais inflamando a chama da paixão, o ambiente estava quase perfeito. E para a penetração ter sucesso era necessário haver uma delicadeza e destreza, com ajuda das carícias na vagina simultaneamente percorrendo a zona do ânus, afim de ficar bem lubrificado. Com a água continuamente a correr sobre os nossos corpos, afastámo-nos ligeiramente para não limpar o gel que se mantinha entre as suas coxas, agarra-se ao meu pénis e de uma forma precisa vai tentando enfiá-lo no canal, gemeu e desistiu por escassos segundos, tenta outra vez, e desta vez com sucesso enfia a glande no seu ânus, geme e grita baixinho, ficámos por momentos quietos sem nos mexermos, ela com os braços virados para trás na tentativa de me abraçar naquela posição ingrata e empurrando-me o corpo como que a consentir que lho enfiasse mais, eu ia-me mexendo devagar para não lhe causar muita dor nem nenhum dano, nisto empurra-me com força com o seu rabo contra mim, grita e com o mesmo ímpeto o pénis entra todo no seu ânus, essa sensação dupla de prazer aliada às massagens continuadas que lhe fazia no clítoris, e a inibição estava já controlada pelo prazer cada vez mais fascinante.
Faço-a  dobrar-se sobre o seu corpo de forma a ganhar uma posição facilitada para lhe enfiar o  pénis de seguida na vagina afim de atingirmos o clímax na altura de atingirmos o orgasmo, o que aconteceu em simultâneo novamente, ambos soltando gritos sufocados pelo prazer. Abraçamo-nos debaixo da água, beijo-a, dizendo-lhe  - portou-se muito bem meu amor. Ela sorriu.

- Não foi nada fácil, pois doía bastante ao início, até que senti alguma excitação pela novidade que me encheu de coragem e que queria também sentir prazer assim como pelo prazer que te proporcionaria, o que acho que senti e satisfação também... Numa palavra, gostei!

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Leonard Cohen Ouvir

publicado por Mário Feijoca às 00:02 | comentar | favorito