Defeitos


 Andei margeando os meus defeitos, pois sempre achei que eram as virtudes que me guiavam. Mas ando acordando de assombro com eles. E vejo que, ao invés do que imaginava, sou apenas as consequências dos seus ofícios. Era bom mexer com os nossos defeitos porque a gente nunca soube qual se assenta em nossos alicerces inteiro. Sábia... Agora que os vejo com nitidez, nem sempre confessável anteriormente, cada vez mais, me entendo como resultado dos caminhos em que eles me cingem...

publicado por Mário Feijoca às 01:44 | comentar | favorito