07
Fev 07

Assim Não

Uma forma de humor inteligente afim de alertar os indecisos com perguntas ambíguas.... É que assim não meus amigos!


publicado por Mário Feijoca às 14:32 | comentar | ver comentários (1) | favorito
31
Jan 07

Escassos Pensamentos...

Pode ser difícil expressar o que sinto, dado que as emoções têm uma natureza indomável, mesmo que tentemos racionalizá-las. O mais importante é admitir em nós mesmos o que se tenta em vão esconder. Ao olhar para dentro confronto-me com um poder interior que é capaz de superar as minhas mais difíceis adversidades. Muitas vezes é em momentos de crise que acciono essa capacidade de regeneração, de dar a volta por cima.
 
 O poder nasce da união de esforços. Pessoas que juntas podem realizar algo de muito importante, de carácter revolucionário e contestador. Este é o momento de mobilizar pessoas em torno de propósitos comuns. A fase  do ciclo astral remete a uma profunda inquietação emocional, e que atinge as nossas defesas, medos e vulnerabilidades. Não tentemos controlar o fluxo das coisas, saibamos fluir espontaneamente com a vida. A humanidade vive um processo de limpeza, que não é tranquilo, pois há muita resistência em aceitar a necessidade de mudanças em cada individuo, para que haja mudanças no colectivo. Tenhamos a coragem de transformar o que em nós está estagnado. Tudo chega ao seu momento de auge, e então a uma situação de declínio, onde é preciso avaliar o resultado dos nossos actos e escolhas. Este é o movimento incessante da vida.
 Não queiramos controlar o que está além do nosso controle. Não se deve ter receio de mudanças, pois elas significam viver mais de acordo com a essência, e estar aberto às inovações e experiências.
 
 As mudanças não devem ser apenas externas, elas devem mobilizá-lo interiormente. Intensas emoções que podem ter estado durante muito tempo soterradas vêm à tona, e tornam difícil a arte da convivência pacifica. É preciso reconhecer essas emoções, para então transmutá-las. O que parece veneno, pode ser na verdade a cura... Tal como a reciclagem pode dar aos materiais uma nova utilidade, assim deve ser com os recursos que nós temos à disposição, libriano. Cabe agora fazer uma renovação, desapegando-se, e reconhecendo o que deve ser transformado.
 
 Mudar a realidade é modificar a forma como a percebemos. As pessoas podem passar pelas mesmas situações, mas encará-las de modo muito distinto. Saiba reconhecer o que pode ser mudado na mentalidade, favorecendo o nosso crescimento. Não se engane, não nos iludamos. Saberemos melhor do que ninguém que as coisas não são o que aparentam ser. Usa sempre esta habilidade de penetrar no que está por detrás das aparências para perceber o que está acontecendo emocional e espiritualmente; Anoitece muitas vezes durante o dia.

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<IMG height=355 src="http://img.photobucket.com/albums/v416/ARQUINORMA/BlueNight_bild2.jpg" width=355 align=left> <P align=justify>Pode ser difícil expressar o que sinto, dado que as emoções têm uma natureza indomável, mesmo que tentemos racionalizá-las. O mais importante é admitir em nós mesmos o que se tenta em vão esconder. Ao olhar para dentro confronto-me com um poder interior que é capaz de superar as minhas mais difíceis adversidades. Muitas vezes é em momentos de crise que acciono essa capacidade de regeneração, de dar a volta por cima. <BR> <BR> O poder nasce da união de esforços. Pessoas que juntas podem realizar algo de muito importante, de carácter revolucionário e contestador. Este é o momento de mobilizar pessoas em torno de propósitos comuns. A fase  do ciclo astral remete a uma profunda inquietação emocional, e que atinge as nossas defesas, medos e vulnerabilidades. Não tentemos controlar o fluxo das coisas, saibamos fluir espontaneamente com a vida. A humanidade vive um processo de limpeza, que não é tranquilo, pois há muita resistência em aceitar a necessidade de mudanças em cada individuo, para que haja mudanças no colectivo. Tenhamos a coragem de transformar o que em nós está estagnado. Tudo chega ao seu momento de auge, e então a uma situação de declínio, onde é preciso avaliar o resultado dos nossos actos e escolhas. Este é o movimento incessante da vida.<BR> Não queiramos controlar o que está além do nosso controle. Não se deve ter receio de mudanças, pois elas significam viver mais de acordo com a essência, e estar aberto às inovações e experiências.<BR> <BR> As mudanças não devem ser apenas externas, elas devem mobilizá-lo interiormente. Intensas emoções que podem ter estado durante muito tempo soterradas vêm à tona, e tornam difícil a arte da convivência pacifica. É preciso reconhecer essas emoções, para então transmutá-las. O que parece veneno, pode ser na verdade a cura... Tal como a reciclagem pode dar aos materiais uma nova utilidade, assim deve ser com os recursos que nós temos à disposição, libriano. Cabe agora fazer uma renovação, desapegando-se, e reconhecendo o que deve ser transformado. <BR> <BR> Mudar a realidade é modificar a forma como a percebemos. As pessoas podem passar pelas mesmas situações, mas encará-las de modo muito distinto. Saiba reconhecer o que pode ser mudado na mentalidade, favorecendo o nosso crescimento. Não se engane, não nos iludamos. Saberemos melhor do que ninguém que as coisas não são o que aparentam ser. Usa sempre esta habilidade de penetrar no que está por detrás das aparências para perceber o que está acontecendo emocional e espiritualmente; Anoitece muitas vezes durante o dia. </P><P align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 85%"><A <div><EMBED src=http://www.youtube.com/v/XChbeVki1fc width=280 height=230 type=application/x-shockwave-flash wmode="transparent"></A></SPAN></P>
publicado por Mário Feijoca às 19:43 | comentar | ver comentários (4) | favorito
24
Jan 07

Um simples, dedo!..

Existem riscos que nos absorvem sem sequer darmos conta de que eles se desenrolam como uma bola de neve imparável, transformando-nos numa outra pessoa por nos agarrarmos incansavelmente ao mundo virtual despendendo assim, demasiado do nosso tempo do qual pouco resta para os interesses que nos rodeiam. Obrigam-nos a absorver um vício quase inofensivo originando um gradual afastamento, cada vez mais intenso no seio familiar, contribuindo desta forma para uma obstrução do nosso equilíbrio emocional que se sentirá dividido entre o real e o virtual, criando um mundo à margem dos que nos rodeiam e coabitam connosco originado pelo simples vício do computador.
Este é o mundo em que nos movimentamos actualmente e nos trouxe novas equações que teremos de desvendar afim de não alterar o conceito de vida conforme a conhecemos hoje e os perigos que daí poderão surgir, se não se levar isso em linha de conta, numa perspectiva de prevenção, é um risco que se corre nas proporções desgovernadas que nos levarão cada vez mais ao limite da segregação social e sobretudo, mais grave ainda, familiar, deixando-a simplesmente ao seu abandono.
Os vícios descontroláveis no mundo virtual serão agravados pela monotonia dos nossos pontos mais fracos. Durante centenas de anos foi-se desenvolvendo tanto no homem como na mulher habilidades que criaram a ideia do adultério como uma tábua de salvação para as suas angústias, a internet aqui, surgiu como a oportunidade escondida tão desejada, oferecendo imensas e variadas possibilidades de quebrar a monogamia ainda existente entre os homens e mulheres, que, de uma forma ou de outra, nunca se arriscariam a não ser na internet, por julgarem, descontraidamente que se sentirão protegidos por detrás dum simples monitor, este é o primeiro erro no mundo virtual.
O mundo virtual está aberto a todo o género de pessoas nos mais variados propósitos, vai desde os "bi" aos "mono",  terminando nos "gamo", são estas as três características dos cibernéticos, os mais perigosos serão os do tipo gamo, por incutirem falsos valores afim de destabilizarem os mono, consequentemente aqui destaca-se em grande plano a mulher, de forma a poder exercer as suas ilimitadas capacidades, longe de tudo e todos de modo a fazer valer a sua arte argumentativa de seduzir, sem estar sujeita a recriminações inibitórias sociais, que as estimulam a enveredar nas suas maiores habilidades, que quase sempre começam em tom de brincadeira, mas que na grande maioria das vezes saem fora do seu controle. Poderá levar ou não, meses até surgir a possibilidade de se realizar um simples encontro para tomar um café. A partir daqui, a sua familiaridade desenvolve-se descontraidamente em direcção a uma inesperada aventura, seja ela através de chats,  fóruns de qualquer género, ou até na simples troca de mails, desenrolar-se-á uma intimidade mais profunda criando situações mais abertas ao seu entendimento, desabafando as suas carências afectivas, aludindo por vezes à sua insatisfação no relacionamento com sua companheira ou companheiro que abrirá um precedente e até, uma apetência generalizada para se ir mais além, ultrapassando o risco da coerência aventurada.
Porque na zona fantástica do cérebro, existem sempre homens e mulheres mágicos, que os levarão à famigerada traição, infelizmente isto é muito comum, a curiosidade que ela pode promover atingirá o seu limite máximo arriscando sempre de modo a ir para além das nossas limitações conscientes. Os nossos comportamentos alteram-se e a isso ninguém está imune.
Existe sempre uma guerreira capaz de desencadear situações que alteram o comportamento do mais pacato e inofensivo dos homens a enveredar por um desenvolvimento dum relacionamento descontrolado que o levará a trair os seus próprios princípios, pondo em causa a sua tranquilidade familiar e acima de tudo a da sua companheira.
O homem está sempre muito mais exposto e sujeito a estas vulnerabilidades do que acontece em relação à mulher, isso deve-se sobretudo ao facto da facilidade que ele tem na abordagem com o desconhecido,  por nunca se sentir ameaçado nem  recriminado, como acontece por exemplo na condição feminina, elas são sempre muito mais descriminadas socialmente obrigando-as a socorrer-se da indiscrição para romper barreiras, raras vezes  inclusive, partilham as suas aventuras com a mais intima das amizades, sempre com receio de não serem bem interpretadas. Porém, no caso do homem, isso não acontece por não encontrar obstáculos de qualquer espécie a não ser a sua própria consciência, ele encontrará sempre um caminho aberto que o levará a prontificar-se a uma apetência instantânea de um relacionamento extraconjugal, e quando isso acontece é prática comum, vangloriando-se quase sempre do seu feito entre o convívio dos amigos sem temer a recriminação espontânea.

No mundo virtual, romperam-se essas barreiras por estarem ambos em pé de igualdade e poderem utilizar os mesmo componentes na sua forma mais pura de sedução, porque comunicam entre si com as mesmas armas de atracção, a partir daqui, estão a um simples passo que os separam de começarem os encontros secretos, independentemente de terem ou não um relacionamento estável. A perspicácia tomará proporções fora do seu âmbito normal, devido a um estimulo que vai crescendo, cuja curiosidade em saber como será a pessoa com  quem se comunica e nos é completamente invisível, apesar de já se ter, demasiado conhecimento da vida íntima pormenorizada um do outro, que nem os seus mais chegados amigos são conhecedores dessas potencialidades, passará a ser, quase, um confessionário virtual, porque a argumentação deixou de se apresentar como um obstáculo ao rompimento da timidez. Aqui apenas estamos nós o teclado e o monitor, que nos levará até onde os nossos argumentos imaginativos nos permitirem na medida em que  as realidades separam-se do obvio valorizando cada vez mais o acaso.

Ainda não está estabelecido nenhuma forma de conduta e ética que salvaguarde os menos incautos de serem bombardeados com propostas indesejadas, actualmente, caberá a cada um de nós, estabelecer os limites da perversidade a que queremos estar sujeitos, evitando assim, os links mais suspeitos que se manifestam nas abordagens mais ultrajantes afim de atingir os seus objectivos mais inqualificáveis. É aqui, que se deve separar a fronteira  impondo a nossa própria conduta e ética, evitando-os. A internet actualmente é dos maiores mecanismos responsáveis das situações criadas, as quais, originando incompatibilidades nas desavenças familiares que levam ao desagregamento até atingir um desconforto insolúvel resultando quase sempre em divórcio; possivelmente entre nós ainda não chegou aí, embora existam já casos pontuais de situações de grandes desentendimentos entre os casais por existir o sentido presente da desconfiança, devido ao  tempo que o seu parceiro passa frente ao computador.
Não nos podemos abstrair que em metade dos casamentos está sempre presente a traição, nomeadamente os monogâmicos precipitados, levam-nos sempre a olhar duas vezes para uma possível aventura  passageira e inofensiva, se é que se poderá considerar um simples e único caso, inofensivo; enquanto isso não se tornar num hábito. O mais grave é quando ele já é recorrente não lhe atribuindo sequer qualquer sentido de culpabilidade, até que o seu aventurado caso seja descoberto pelo cônjuge. Não nos podemos esquecer, deixando para segundo plano, que noventa por cento dos casais ambicionam ter um caso... Assim,  não é menos importante lembrar, que os casais que vieram a casar com os seus amantes, atingem setenta e cinco por cento, mas sessenta por cento acabam inevitavelmente em divorcio passado pouco tempo por não haver entre eles um comportamento comum que estabeleça uma confiança mútua.

Estudos aprofundados realizados nos Estados Unidos relatam imensos casos de infidelidade desencadeados através da internet, que levam as pessoas a ir de encontro à aventura devido ao afastamento gradual de muitos casais por não estabelecerem um dialogo no seu relacionamento, deixando-se afundar no seu silêncio, recorrendo-se de desconhecidos para desabafar da teia de aranha que ele próprio criou. A internet tornou-se na mais perigosa amante que qualquer utilizador possa alguma vez ter, senão souber estabelecer um equilíbrio estável na relação do seu manuseamento obrigando-o a criar princípios protocolares preestabelecidos que separem o que é real do virtual. O mundo virtual nunca estará dissociado do real porque são de pessoas em qualquer dos casos que se trata, mas os perigos serão muito mais abrangentes senão se souber desligar da espontaneidade preconcebida e pensadamente elaborada para muitos de modo, a atingir as suas finalidades na componente mais estranha e bizarra, porque as manobras utilizadas são variadíssimas por ocultação do confronto directo separado por um estático e simples visor.
publicado por Mário Feijoca às 18:01 | comentar | ver comentários (1) | favorito
22
Jan 07

Alucinação da luz...

Por determinadas alturas da  vida questionamos a nossa memória e vagueamos em pensamentos que nos atraiçoam a tranquilidade daquilo que pretendemos fazer da nossa vida. Cada um terá a sua resposta no devido tempo, e não valerá de nada adiantar o seu percurso, porque nenhuma delas será igual. - Que pessoa me poderá parecer mais estranho do que eu próprio? Questionamos constantemente as nossas capacidades para saber se conseguimos fazer isto ou aquilo; se fracassarmos nos nossos propósitos, desmotivamos a nossa vontade de continuarmos o seu processo natural impedindo-nos de seguir enfrente. Mas por outro lado, se nos conhecermos suficientemente bem, saberemos adaptar-nos aos nossos reais fracassos como uma aprendizagem daquilo que se seguirá, mesmo que ainda desconheçamos que conseguimos. E a melhor consolação ao nosso fracasso é esquecer e partirmos noutra direcção. Esse é o verdadeiro e genuíno desafio que teremos de fazer sistematicamente para aligeirar o nosso percurso.
A afinidade íntegra e voluntária nas primeiras empinarias desobedecem, cremos sempre entender que há um elo na verdade uma dupla razão, mas por vezes chumba-se por ser sincero. Designadamente no seu enorme sentido prático. Depois vem um conjunto indissociáveis uns dos outros, que nos agarram ao pesadelo dos pensamentos porque nem tudo é luz do sol. Nós somos um animal que podemos produzir maravilhas no mundo, há algo em nós que não quer acalmar e por isso somos em determinada altura terríveis para controlarmos os nossos medos... Porque no nosso cérebro só uma parte dele se desenvolveu. Talvez o homem não seja feito para se sentir seguro, por sermos incompletos.

Quando perceberes aquilo que não o entendes, é porque chegou a altura de lutares por outras que não percebes. Sócrates disse : "conhece-te a ti mesmo" Quão simples, mas não menos verdadeiro. Não é o amor que nos faz mover montanhas, mas a falta que sentimos dele. A paixão não é eterna é somente um dos momentos fundamentais da nossa satisfação, quem se apaixona pensa que as coisas tem futuro amanhã. As pessoas que vivem em permanente solidão, nada os afecta, porque são muito mais resistentes ao sofrimento, há que fazer tudo sozinho, por isso, a resposta é tu mesmo - mas sem culpares os outros ou a sociedade pelos teus fracassos... Todos sofremos de uma  doença da necessidade chamado « amor » Creio que o problema é o facto de só se amar uma vez... Andamos sempre enganados, porque julgamos que amamos alguém. Mas depois compreendemos que não gostamos é de estar sozinhos, e servimo-nos do amor como se fosse verdadeiro para nos enganar da falta que lhe sentimos.
Nós não escolhemos o amor é sempre ele que nos escolhe a nós… Só temos é que saber sentir esse sinal, quando ele acontecer e estarmos preparados para o alimentar! Os únicos obstáculos somos nós próprios, muitos ideais que se perdem por arrogância e egoísmo; e esquecemo-nos de investir mais nas relações humanas, uma falsa comédia de nós porque são estranhas a si próprias. Alguns antigos filósofos como Platão ou Aristóteles entre outros, sugerem que o amor  só acontece uma vez? Talvez! Talvez porque a nossa longevidade de vida ser hoje muito maior, e consequentemente  haver diversas etapas de sentir o amor alterando esse sentimento numa simples e descomplexada passagem alucinada.

O que escrevo por paixão apenas escrevi por amor à escrita A força da imaginação numa página escrita é tão poderosa que nos dá a possibilidade de conversar e entender quem a escreveu...

publicado por Mário Feijoca às 17:14 | comentar | ver comentários (1) | favorito
10
Jan 07

TU E EU

Bem sei .Tu estás na Bíblia, eu na Lista Telefónica. Tu vais para o céu. Eu vou contigo. Mas só para te levar as malas. A ti  hão-de deixar-te chocolates na almofada. A mim nem sequer me vão deixar entrar!
A tua alma será eterna e a minha, sejamos realistas, comida para gatos. Sei isso. Porque tu és boa e eu não sou. Tu és mesmo muito boa, sabias? Bem, eu também não estou mau para a idade.
Tens de ir já? Deve estar um frio lá em cima... Porque é que não poisas um bocadinho as asas? Gosto muito mais de te ver de mãos nuas. Tira essa toga ridícula e vem remexer-me nas cinzas como só tu sabes. Não tenhas medo. Fogo - tu és tão boa que seria maldade se isto fosse pecado

Miguel Esteves Cardoso

publicado por Mário Feijoca às 20:29 | comentar | ver comentários (2) | favorito
14
Dez 06

Extensão do corpo - Continuação da humanidade...

'Este texto explica porque os nossos antepassados mais remotos, como diz na Bíblia, viviam cerca de 900 anos.' (Génesis, capítulo 5: "Este é o livro da história de Adão.") e prova a existência de Deus. E se quiseres saber como viver também, lê. (É um texto longo, mas valerá  a pena lê-lo  -  não se trata de nenhuma piada.):
 
 Na Bíblia, Livro Génesis, capítulo 2, parágrafo 9: "Deus fez brotar da terra toda sorte de árvores, de aspecto agradável, e de frutos doces para comer;..." Bem... Obviamente, se no Jardim do Éden somente tinha frutas, é porque Deus com toda certeza criou o homem para ser frutífero, e por não obedecermos esta lei da natureza é que vivemos menos. O porém hoje é que comer apenas frutas aparentemente não sacia a fome. Se experimentares fazer isto, sentirás uma fome muito grande e com certeza lhe faltarão os nutrientes necessários para que possas manter a "boa saúde". Isto se deve ao facto de que, no Jardim do Éden, as frutas não eram apenas as que nós encontramos nos mercados hoje em dia. Haveriam ainda estas outras frutas espalhadas por aí se nossos antepassados tivessem amor o suficiente para plantarem aquilo que não iriam colher. Ainda existem porém no resto do mundo - principalmente no Continente Africano, dezenas de espécies de frutas (muitas delas que saciam a fome - dão em árvores e quando caem os elefantes comem-nas), tal qual a fruta de toda a terra. Apesar da devastação das árvores frutíferas e "castanheiras" de um modo geral que foi feita em nosso planeta, ainda resta a esperança de que o ser humano se esforce para transformar o mundo novamente no Jardim do Éden em que Deus nos deixou, porque a razão da existência do ser humano na Terra estabelecida por Deus, fora para que ele cuidasse do Jardim do Éden: Génesis, capítulo 2, parágrafo 15: "Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar."; ou seja, o ser humano sendo frutífero, teria que plantar e manter as árvores frutíferas que Deus plantara no Jardim do Éden; o homem teria que seguir o exemplo dado por Deus, que criara o Jardim do Éden..
 
 O fruto proibido que fala na Bíblia, nada é além do que a "simbologia daquilo que a natureza, através das mãos de Deus, não se oferece para ser comido". Não tem nada a ver com maçã. Maçã podes comer à vontade. Porque Deus chamou o fruto proibido de "o fruto do bem e do mal"? Simples, porque o desrespeito à natureza influencia o nosso comportamento. Ao comermos do fruto proibido, perdemos a sensibilidade em relação às coisas que Deus criou e esta insensibilidade, em grande escala espalhada pela Terra, é o motivo de todo o mal do mundo. Além do mais, ao se comer o que a natureza não nos oferece, geramos o "trabalho" alheio (é necessário replantar todo ano) e a consequente dominação do ser humano pela comida, uma vez que não basta simplesmente colher o que a natureza está oferecendo para ser comido.
 
 A consequência disto é a escravidão, o que gera descontentamentos que levam à violência. Porque está escrito que a cobra falou para Adão e Eva que se comessem o fruto proibido seriam como deuses? Hoje os seres humanos são como os deuses, da simples necessidade de se replantar todo ano e a industrialização dos equipamentos agrícolas para tal, hoje já fabricamos de tudo, vivemos no conforto e mandamos uns nos outros; mas somos conhecedores do bem e do mal - quanto ao mal: basta ligar a televisão no noticiário criminal; - quanto ao bem: óbvio, nem tudo que se produz deixou, porque a razão da existência do ser humano na Terra estabelecida por Deus, fora para que ele cuidasse do Jardim do Éden: Génesis, capítulo 2, parágrafo 15: "O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar."; ou seja, o ser humano sendo frutífero, teria que plantar e manter as árvores frutíferas que Deus plantara no Jardim do Éden; o homem teria que seguir o exemplo dado por Deus, que criara o Jardim do Éden..O fruto proibido que fala na Bíblia, nada é além do que a "simbologia daquilo que a natureza, através das mãos de Deus, não se oferece para ser comido". Não tem nada a ver com maçã. Maçã você pode comer à vontade.
 Porque Deus chamou o fruto proibido de "o fruto do bem e do mal"? Simples, porque o desrespeito à natureza influencia em nosso comportamento. Ao comermos do fruto proibido, perdemos a sensibilidade em relação às coisas que Deus criou e esta insensibilidade, em grande escala espalhada pela Terra, é o motivo de todo o mal do mundo. Além do mais, ao se comer o que a natureza não nos oferece, geramos o "trabalho" alheio (é necessário replantar todo ano) e a consequente dominação do ser humano pela comida, uma vez que não basta simplesmente colher o que a natureza está oferecendo para ser comido.
 A consequência disto é a escravidão, o que gera descontentamentos que levam à violência.
 Porque está escrito que a cobra falou para Adão e Eva que se comessem do fruto proibido seriam como deuses? Hoje os seres humanos são como os deuses, da simples necessidade de se replantar todo ano e a industrialização dos equipamentos agrícolas para tal, hoje já fabricamos de tudo, vivemos no conforto e mandamos uns nos outros; mas somos conhecedores do bem e do mal - quanto ao mal: basta ligar a televisão nos noticiários; - quanto ao bem: é óbvio, nem tudo que se produz, conduz ao mal. No entanto, como Deus disse, nós morreremos por isto.
 
 Porque foi utilizado um animal como a cobra? A cobra, no passado, era o símbolo do ser predador, logo, o símbolo das forças de destruição que combatem as forças da criação. Se existem demónios, os mesmos são predadores. Um papagaio que vive na floresta, voando livremente e se alimentando do que a natureza lhe oferece, vive mais de cem anos e, se preso na gaiola, comendo apenas cereais, vive apenas cerca de 30 anos. Como está escrito no Livro Génesis: "Comerás o pão com o suor do seu rosto e morrerás..." É óbvio que a longa duração da vida do papagaio livre se deve à comida e à prática de exercícios.
 
 Na bíblia está escrito muito sobre comer carne. Isto se deve ao facto de que os nossos antepassados foram alterando as leis de Deus porque queriam comer churrasco. A alteração mais profunda se deu na época da implantação do Cristianismo pelo Imperador Constantino. Eis como ocorreu: O Imperador Constantino tinha o título de "corvo" na religião do Mitraísmo. Para quem não sabe, corvo era o grau máximo que uma pessoa podia chegar naquela religião e a própria religião do Mitraísmo nada era mais que uma seita onde pessoas (bruxos) tomavam sangue cru de boi em seus rituais, enquanto ainda quente e antes que coagulasse. Ora, o Cristianismo estava se difundindo naquela região e, como Jesus Cristo fora "essênio" (descendente de uma tribo vegetariana), teve lá seus seguidores, os chamados cristãos gnósticos, que incomodavam muito a Constantino. Constantino então resolveu acabar com o cristianismo verdadeiro, e o uniu ao Mitraísmo, transformando tudo numa única religião. Muito do que você possa ler na Bíblia sobre coisas que Jesus Cristo disse, é pura peripécia do Imperador Constantino.
 
 Porque Deus colocou querubins para guardarem com espadas  de conduz ao mal. No entanto, como Deus disse, nós morreremos por isto.
 
 Porque foi utilizado um animal como a cobra? A cobra, no passado, era o símbolo do ser predador, logo, o símbolo das forças de destruição que combatem as forças da criação. Se existem demónios, os mesmos são predadores.
 
 Um papagaio que vive na floresta, voando livremente e se alimentando do que a natureza lhe oferece, vive mais de cem anos e, se preso na gaiola, comendo apenas cereais, vive apenas cerca de 30 anos. Como está escrito no Livro Génesis: "Comerás o pão com o suor do seu rosto e morrerás..." É óbvio que a longa duração da vida do papagaio livre se deve à comida e à prática de exercícios. Na bíblia está escrito muito sobre comer carne. Isto se deve ao facto de que nossos antepassados foram alterando as leis de Deus porque queriam comer churrasco. A alteração mais profunda se deu na época da implantação do Cristianismo pelo Imperador Constantino. Eis como ocorreu: O Imperador Constantino tinha o título de "corvo" na religião do Mitraísmo. Para quem não sabe, corvo era o grau máximo que uma pessoa podia chegar naquela religião e a própria religião do Mitraísmo nada era mais que uma seita onde pessoas (bruxos) tomavam sangue cru de boi em seus rituais, enquanto ainda quente e antes que coagulasse. Ora, o Cristianismo estava se difundindo naquela região e, como Jesus Cristo fora "essênio" (descendente de uma tribo vegetariana), teve lá seus seguidores, os chamados cristãos gnósticos, que incomodavam muito a Constantino. Constantino então resolveu acabar com o cristianismo verdadeiro, e o uniu ao Mitraísmo, transformando tudo numa única religião. Muito do que você possa ler na Bíblia sobre coisas que Jesus Cristo disse, é pura peripécia do Imperador Constantino.
 
 Porque Deus colocou querubins para guardarem com espadas de fogo a árvore do fruto da vida eterna? Porque Deus, tendo o maior amor do mundo, não daria a eternidade a algo que vivesse eternamente destruindo a vida.
 Eu estou lhe dizendo isto porque Deus fala comigo em meus sonhos,  e tudo que ele me disse tem sido a mais pura verdade. Há algum tempo atrás, ele me contou o seguinte. Leia com atenção: (Alterações em relação à castanhas, noz e amêndoas me foi repassada por Deus depois... Foi muito difícil na primeira tentativa interpretar a mensagem divina, devido à maneira pela qual ela me foi transmitida. Caso você já a tenha lido, releia-a; você perceberá que existem algumas alterações.):
 
 
 Para que possa ter uma vida muito, mas muito longa, ao ponto de parecer eterna, a pessoa deve comer apenas o que a natureza a oferece, e não tirar dela o que ela não oferece. Por exemplo: Ao se comer uma maçã (...ou outra fruta...), você não está danificando a natureza, porque a maçã quando já madura está pronta para ser descartada pela macieira, atingir o solo e servir de abrigo e sustento às sementes que nascerão para se tornarem novos pés de maçã. Você então deverá comer a maçã, tirar suas sementes e plantá-las e, se possível, cuidar para que elas nasçam e cresçam, de modo a substituir aquilo que você tirou da natureza, que é o invólucro que protege a sua existência; assim como as polpas das frutas protegem as sementes, elas (as polpas) protegerão sua vida. Deste modo você não estará interferindo no ciclo da vida para se manter vivo, e fará com que outras pessoas que virão, que já existem, seus pais, irmãos, filhos que você tenha ou porventura vier a ter, você próprio, amigos e até inimigos, não deixem de ter a oportunidade de poderem se alimentar graças ao que a natureza oferece de "mãos abertas". E assim, seguindo este raciocínio, passar a se alimentar para todo o sempre. Frutas são também tudo aquilo que as fogo a árvore do fruto da vida eterna? Porque Deus, tendo o maior amor do mundo, não daria a eternidade a algo que vivesse eternamente destruindo a vida.
 
 Eu estou lhe dizendo isto porque Deus fala comigo em meus sonhos,  e tudo que ele me disse tem sido a mais pura verdade. Há algum tempo atrás, ele me contou o seguinte. Leia com atenção: (Alterações em relação à castanhas, noz e amêndoas me foi repassada por Deus depois... Foi muito difícil na primeira tentativa interpretar a mensagem divina, devido à maneira pela qual ela me foi transmitida. Caso você já a tenha lido, releia-a; você perceberá que existem algumas alterações.):
 
 Para que possas ter uma vida muito, mas muito longa, ao ponto de parecer eterna, deve-se comer apenas o que a natureza a oferece, e não tirar dela o que ela não nos dá. Por exemplo: Ao comer-se  uma maçã (...ou outra fruta...), não estás danificando a natureza, porque a maçã quando já madura está pronta para ser descartada pela macieira, atingir o solo e servir de abrigo e sustento às sementes que nascerão para se tornarem novos pés de maçã. Então deverás comer a maçã, tirar suas sementes e plantá-las e, se possível, cuidar para que elas nasçam e cresçam, de modo a substituir aquilo que tiraste da natureza, que é o invólucro que protege a tua existência; assim como as polpas das frutas protegem as sementes, elas (as polpas) protegerão a vida. Deste modo não estarás interferindo no ciclo da vida para te manteres vivo, e farás com que outras pessoas que virão, que já existem, teus pais, irmãos, filhos, amigos e até inimigos, não deixem de ter a oportunidade de poderem se alimentar graças ao que a natureza oferece de "mãos abertas". E assim, seguindo este raciocínio, passar-se a  alimentar para todo o sempre. Frutas são também tudo aquilo que as plantas nos oferecem, como tomate, abóbora e pimentão, por exemplo. No entanto, dêem preferência as frutas que são produzidas por árvores, porque assim não estarão destruindo a natureza para cultivá-las. No vestir, procura usar roupas de algodão, porque o algodão serve apenas para fazer com que a sua semente, ou seja, a semente do pé de algodão, se espalhe com o vento e, assim como a pluma do algodoeiro enfeita os campos, cobrindo-os com a sua brancura, também poderás utilizar o algodão para te cobrires. Já as verduras não devem ser comidas porque elas não estão se oferecendo para que tu as comas. Elas estão lá, vegetando a vida delas. Se as cortares antes do tempo para as comeres, estás lhe roubando o ciclo da vida delas e, da mesma forma que tiras a vida delas, ao ingerir no seu organismo (comê-las), elas tirarão um pouco da tua vida. Todas as outras plantas que tiveres que matar para comer, não as ingira; estas plantas não estão se oferecendo para que as comas. Os cereais, que nada mais são que sementes, também não devem ser comidos; eles advém de plantas de pouca duração de existência e para cultivá-los é necessário destruir outros vegetais. Queres comer sementes? Come então castanhas, nozes e amêndoas, pois o seu consumo evita a dominação do homem pela comida, visto que castanhas, por exemplo, são produzidas por muitos anos, durante o ciclo de existência da castanheira e não é necessário plantar novamente para que se possa fazer uma nova colheita, assim como não é necessário cozinhá-las. Bebidas alcoólicas são derivadas de plantas que não se oferecem para serem comidas; assim como o fumo, maconha, cocaína, heroína, e todas as outras drogas imagináveis. Os animais e tudo que deles advém (ovos e leite, inclusive), sejam eles aquáticos, aéreos ou terrestres, nem se fala! Quanto mais os comeres, mais envelhecerás, e morrerás muito mais rápido! Eles, além de não plantares estão te oferecendo, como tomate, abóbora e pimentão, por exemplo. No entanto, dêem preferência as frutas que são produzidas por árvores, porque assim vocês não estarão destruindo a natureza para cultivá-las. No vestir, procura usar roupas de algodão, porque o algodão serve apenas para fazer com que a sua semente, ou seja, a semente do pé de algodão, se espalhe com o vento e, assim como a pluma do algodoeiro enfeita os campos, cobrindo-os com a sua brancura, também poderás utilizar o algodão para te cobrires. Já as verduras não devem ser comidas porque elas não estão se oferecendo para que as comas. Elas estão lá, vegetando a vida delas. Se as cortares para comer,  estás tirando a sua vida e, da mesma forma que tiras a vida delas, ao ingerir no teu organismo (comê-las), elas tirarão um pouco da tua vida. Todas as outras plantas que tiveres que matar para comer, não as ingires; estas plantas não estão se oferecendo para que sejam comidas. Os cereais, que nada mais são que sementes, também não devem ser comidos; eles advém de plantas de pouca duração de existência e para cultivá-los é necessário destruir outros vegetais. Queres comer sementes? Come então castanhas, nozes e amêndoas, pois o seu consumo evita a dominação do homem pela comida, visto que as castanhas, por exemplo, são produzidas por muitos anos, durante o ciclo de existência da castanheira e não é necessário plantar novamente para que se possa fazer uma nova colheita, assim como não é necessário cozinhá-las.
 Bebidas alcoólicas são derivadas de plantas que não se oferecem para serem comidas; assim como o fumo, maconha, cocaína, heroína, e todas as outras drogas imagináveis. Os animais e tudo que deles advém (ovos e leite, inclusive), sejam eles aquáticos, aéreos ou terrestres, nem se fala! Quanto mais os comeres, mais depressa envelhecerás,  e morrerás  muito mais rápido! Eles, além de não estarem se oferecendo para que se comam, usam de todas as suas forças para fugir do que "lhes ofereceres". O ser humano não é predador por natureza, pois nasce sem unhas afiadas e dentes afiados. Digo isto porque eu, sendo a "Luz do Mundo e do Universo Inteiro!", jamais permitirei que seres que se mantém vivos graças à destruição das outras vidas que, assim como a vocês, também criei com minha luz, vivam eternamente na Terra destruindo a vida!, e ainda mais tendo estes seres evoluídos ao ponto de serem pensantes como eu, detentores do "saber" de distinguir entre o que é certo ou errado. Meu nome: Deus."
 
 E quanto à fruta da vida eterna? Deus vê que um índio ao andar pelo mato e encontra uma fruta silvestre se sente feliz e a come, mas não pensa em ajudar o próximo, dando no futuro dele a mesma alegria que está recebendo e, ao invés de plantar as sementes, as joga fora e, por esse motivo, Deus nunca voltará para nos dar do fruto da vida eterna enquanto não mudarmos este comportamento. Talvez volte para alguma outra coisa... Mas ainda poderás viver aproximadamente mil anos, mesmo sem comeres do fruto da vida eterna, desde que somente comas o que a natureza te oferecer. Nós somos este índio, e nós também somos todos estrelas das íris dos olhos de Deus, que com nossos próprios olhos e sua luz nos vê.
 
 Somente com o mundo repleto de árvores de frutas,  castanhas, nozes e amêndoas é que poderíamos seguir a filosofia de Jesus Cristo: Eis o que ele falou: (Evangelho Segundo São Mateus, Capítulo 19, parágrafo 21): "Respondeu Jesus: "Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me". Pelo menos terias o que comer se seguisse Jesus, pois uma árvore de frutas, nozes, castanhas e amêndoas dá frutas,  nozes estarem se oferecendo para que você os coma, usam de todas as suas forças para fugir do que "você oferece a eles". O ser humano não é predador por natureza, pois nasce sem unhas afiadas e dentes afiados. Digo isto porque eu, sendo a "Luz do Mundo e do Universo Inteiro!", jamais permitirei que seres que se mantém vivos graças à destruição das outras vidas que, assim como a vocês, também criei com minha luz, vivam eternamente na Terra destruindo a vida!, e ainda mais tendo estes seres evoluídos ao ponto de serem pensantes como eu, detentores do "saber" de distinguir entre o que é certo ou errado. Meu nome: Deus."
 
 Ao invés de ofereceres dinheiro para mim ou para alguma instituição religiosa, pega dez por cento do que possuis ou lucras e investe na plantação de árvores frutíferas, castanheiras, de amêndoas ou de nozes, que ganharás muito mais. É certo que o mundo não durará muitas novas gerações..., talvez realmente estejamos no fim. De facto, como diz na bíblia "o fruto proibido" é bom para comer, de agradável aspecto e "muito apropriado para abrir a inteligência" (tecnologia). Trabalha então  pelo menos um único dia para Deus plantando um pé de frutas, castanhas, amêndoas ou nozes em prol da recriação do "Jardim do Éden...".
 
 Poderão até achar engraçado a tudo o que leram; o problema é que Deus não acha graça nenhuma ao ver seres que ele criou para cuidarem do Jardim do Éden estarem transformando a Terra num inferno; e o que tinha no Jardim do Éden?: "Rios de águas cristalinas e o ar?: Puro."
 Um dos grandes mandamentos de Deus é: "NÃO MATARÁS!", porque Deus está vendo, e se quiseres ser amado por Deus,  terás que fazer parte das forças de criação da vida, e não das de destruição, porque para Deus a única coisa sagrada é a vida.
 
 Bem, aproveita a vida...Afinal, é uma só... Este computador no qual estás a ler este texto existe, mas tudo começou com uma máquina para decifrar códigos de mensagens na segunda guerra mundial... (tecnologia, o conhecimento do bem e do mal). Ok, agora já sabes que Deus realmente existe... Apesar de muitos lerem isto, sei que no final da tarde, ao ver o lindo  pôr do Sol, acenderão um cigarrinho, bebem uma cervejinha, comerão a "carninha" assada... Bem..., peixe faz menos mal... Mas os rios estão tão poluídos, não é mesmo? Talvez por isto esteja escrito na Bíblia que Jesus fizera o milagre dos peixes... Mas é bem provável que esta inscrição seja nada além que mais uma do mitraísmo. Fazer o que, não é... Bem, Deus disse-me  isto e um tempo depois que eu passei a comer apenas frutas e essas outras sementes já citadas, notei que (desculpem a maneira de falar) minhas fezes tornaram-se de cheiro agradável e percebi que nada mais estava apodrecendo dentro de mim... As porcarias que eu comia eram como uma laranja podre - perto das outras, as contamina... É somente uma conclusão empírica, mas creio que o segredo esteja aí.  Talvez plantar um pé de castanha, noz, amêndoa ou fruta não seja tão difícil assim... Que tal um lindo pé de castanha ou noz ou amêndoa e um de fruta dentro do terreno em frente à tua casa, plantado de modo que parte das sementes de castanha, noz ou amêndoa ou então as frutas caiam também na rua, para que alguém que passe por ali e esteja à procura de algo para comer não precise pedir esmolas... Este alguém poderia ser, talvez, quem sabe... Bem... Sempre que eu planto uma árvore destas, eu sinto em minha mente e em meu coração a ligação espiritual com Deus, pois sei que Deus sempre está "presente em espírito" quando alguém, no ciclo da vida, se esforça para decidir entre o certo e o errado - e faz o certo.
 Se eu tivesse condições financeiras, organizaria uma expedição ao Continente Africano, seguiria estes elefantes que se sustentam graças às frutas, pegaria as sementes destas frutas e plantaria no mundo inteiro.
 O ser-humano nunca deixará de ser frutífero! Enquanto ninguém fizer isto, não haverá salvação; as frutas que existem por aí não sustentam, não saciam a fome, e nós sempre seremos escravos de nós mesmos. A única coisa que poderás fazer por ti mesmo é comer mais frutas que outras coisas. - A intenção daquela cobra do jardim do Éden, espírito do demónio, foi sempre a de acabar com o mundo! E o pior é que está conseguindo. Satanás faz isto fazendo-te comer o que a natureza não te oferece, DOMINANDO O SER-HUMANO PELA COMIDA e fazendo-a destruir a natureza para isto; o que causa toda esta poluição, desmantelamento, fome e guerras - e assim levar-te-á muito antes do tempo para a cova. Ah! Existe vida após a morte? Antes pergunta o que  fizeste para merecer isto... Isto!
 Não faças nada! Não plantes nenhuma das árvores citadas! Mas no futuro, um dia, irás, em espírito,  próximo ao próprio leito de morte, lembrar-te-ás então que abandonas-te o teu Deus no campo de batalha contra o diabo!
publicado por Mário Feijoca às 15:30 | comentar | ver comentários (2) | favorito
06
Dez 06

Conversa em casa...

publicado por Mário Feijoca às 18:23 | comentar | favorito
29
Nov 06

PARA GENTE DE CULTURA E AMANTE DA LÍNGUA PORTUGUESA

«Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
O artigo, era bem definido, feminino, singular. Era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se.
Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa.
Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais. Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa.
Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisto a porta abriu-se repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício.
Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história.
Os dois olharam-se e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus. Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto.
Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos.
Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas. Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história.
Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.»

"Redacção" feita por uma aluna de Letras,
que obteve a vitória num concurso
interno promovido pelo professor
da cadeira de Gramática Portuguesa

publicado por Mário Feijoca às 16:45 | comentar | ver comentários (2) | favorito
25
Nov 06

És misterioso...

eduter.jpg Os mistérios envolve-nos sempre numa curiosidade voraz de os desvendar, mas quando deixam de ser mistérios perdem quase sempre o seu encanto porque deixaram de ser misteriosos. Mas o maior mistério foi o que alimentou a nossa satisfação, por enriquecermos o entendimento pala descoberta desmistificada. Não é por acaso que sou impulsionado a escrever coisas sem sentido nem nexo, desta minha doentia ignorância, mas porque procuro entender o ódio existente entre os Homens...

 

 

 

publicado por Mário Feijoca às 01:06 | comentar | ver comentários (1) | favorito
06
Nov 06

Um sermão...

Oh que excesso afrontoso e tão indigno de um elemento tão puro, tão claro e tão cristalino como o da água, espelho natural não só da terra, senão do mesmo céu! Lá disse o Profeta por encarecimento, que “nas nuvens do ar até a água é escura”: Tenebrosa aqua in nubibus aeris. E disse nomeadamente nas nuvens do ar, para atribuir a escuridade ao outro elemento, e não à água; a qual em seu próprio elemento sempre é clara, diáfana e transparente, em que nada se pode ocultar, encobrir nem dissimular. E que neste mesmo elemento se crie, se conserve e se exercite com tanto dano do bem público um monstro tão dissimulado, tão fingido, tão astuto, tão enganoso e tão conhecidamente traidor!
Vejo, peixes, que pelo conhecimento que tendes das terras em que batem os vossos mares, me estais respondendo e convindo, que também nelas há falsidades, enganos, fingimentos, embustes, ciladas e muito maiores e mais perniciosas traições. E sobre o mesmo sujeito que defendeis, também podereis aplicar aos semelhantes outra propriedade muito própria; mas pois vós a calais, eu também a calo. Com grande confusão, porém, vos confesso tudo, e muito mais do que dizeis, pois o não posso negar. Mas ponde os olhos em António, vosso pregador, e vereis nele o mais puro exemplar da candura, da sinceridade e da verdade, onde nunca houve dolo, fingimento ou engano. E sabei também que para haver tudo isto em cada um de nós bastava antigamente ser português, não era necessário ser santo.
Tenho acabado, irmãos peixes, os vossos louvores e repreensões, e satisfeito, como vos prometi, às duas obrigações do sal, posto que do mar, e não da terra: Vos estis sal terræ. Só resta fazer-vos uma advertência muito necessária, para os que viveis nestes mares. Como eles são tão esparcelados e cheios de baixios, bem sabeis que se perdem e dão à costa muitos navios, com que se enriquece o mar e a terra se empobrece. Importa, pois, que advirtais, que nesta mesma riqueza tendes um grande perigo, porque todos os que se aproveitam dos bens dos naufragantes ficam excomungados e malditos.
Esta pena de excomunhão, que é gravíssima, não se pôs a vós senão aos homens, mas tem mostrado Deus, por muitas vezes, que quando os animais cometem materialmente o que é proibido por esta lei, também eles incorrem, por seu modo, nas penas dela, e no mesmo ponto começam a definhar, até que acabam miseravelmente.
Mandou Cristo a S. Pedro que fosse pescar, e que na boca do primeiro peixe que tomasse acharia uma moeda, com que pagar certo tributo. Se Pedro havia de tomar mais peixe que este, suposto que ele era o primeiro, do preço dele, e dos outros podia fazer o dinheiro, com que pagar aquele tributo, que era de uma só moeda de prata, e de pouco peso. Com que mistério manda logo o Senhor que se tire da boca deste peixe, e que seja ele o que morra primeiro que os demais?
Ora estai atentos. Os peixes não batem moeda no fundo do mar, nem têm contratos com os homens, donde lhes possa vir dinheiro; logo, a moeda que este peixe tinha engolido era de algum navio que fizera naufrágio naqueles mares. E quis mostrar o Senhor que as penas que S. Pedro ou seus sucessores fulminam contra os homens, que tomam os bens dos naufragantes, também os peixes por seu modo as incorrem, morrendo primeiro que os outros, e com o mesmo dinheiro que engoliram atravessado na garganta.
Oh que boa doutrina era esta para a terra, se eu não pregara para o mar! Para os homens não há mais miserável morte que morrer com o alheio atravessado na garganta; porque é pecado de que o mesmo S. Pedro e o mesmo Sumo Pontífice não podem absolver. E posto que os homens incorrem a morte eterna, de que não são capazes os peixes, eles contudo apressam a sua temporal, como neste caso, se materialmente, como tenho dito, se não abstêm dos bens dos naufragantes.

Padre António Vieira, Sermão de Santo António aos Peixes


“Mais de três séculos depois, ainda não aprendemos a viver em harmonia com outros povos, independentemente da raça ou credo; apesar da ciência e tecnologia que possuímos, a miséria continua a encher as ruas das cidades, a fome continua a matar aos milhares, e a escravidão assumiu facetas mais dissimuladas. Se o padre António Vieira fosse vivo, talvez não mudasse uma vírgula aos seus sermões.”

Rosário Sá Coutinho, in National Geographic, Março 2002

publicado por Mário Feijoca às 04:10 | comentar | ver comentários (3) | favorito