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nietzsche

nietzsche

 

Doces crianças indefesas
entregues ao seu próprio destino
rostos entristecidos pela sua sorte
puras e ingénuas na sua naturalidade
que não reconhecem
sequer a maldade que lhes fizeram
apenas sentindo a dor na sua pele

Caras esbofeteadas pela revolta
por ainda serem crianças
maltratadas espezinhadas
escorraçadas e violadas
pelos seus progenitores

Que lhes negam o direito do amor
gente malvada que não tem sentir
nem ver
O amor no rosto de uma criança
negando-lhes a sua dignidade
ainda em tenra idade
roubando-lhes a própria vida
por razões inexplicáveis

Gente sem escrúpulos
discípulos de Satanás
sem direito, a este ar que respiram
que mal poderá fazer uma criança
para receber tal sorte
de ser espancada até à morte

Rosto de criança apavorada
pela dor da violência infligida
no seu corpo frágil de tenra idade
sem conseguir fugir das mãos rudes
do seu carrasco, rendendo-se à sua morte

Que sorte malvada, a destas crianças
que não chegam a crescer
para ver a crueldade desta gente
que não merece viver
lhes negando o direito à vida
como a qualquer criança
que sorte esta, doce criança!?





Formar cidadãos com alto grau de responsabilidade social, capazes de transformar informação em conhecimento, utilizando adequadamente talentos humanos e tecnologias avançadas, promovendo resultados crescentes à sociedade. Evitando que as crianças sejam maltratadas e humilhadas pelos pais - Homenagem a todas as  crianças vitimas de maus tratos. </font></font>





































Um rapaz saía com uma rapariga judia e queria casar-se com ela, para isso precisava da autorização do pai. Ao ir a casa dela o pai explicou-lhe:

Nos somos judeus e temos uma forma peculiar de fazer as coisas. Se te quiseres casar com a minha filha tens que passar uma prova. Toma esta maçã e volta amanhã.
-O tipo saiu alucinado de casa. No dia seguinte voltou.

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<P>Um rapaz saía com uma rapariga judia e queria casar-se com ela, para isso precisava da autorização do pai. Ao ir a casa dela o pai explicou-lhe:<BR><BR>Nos somos judeus e temos uma forma peculiar de fazer as coisas. Se te quiseres casar com a minha filha tens que passar uma prova. Toma esta maçã e volta amanhã.<BR>-O tipo saiu alucinado de casa. No dia seguinte voltou. <BR<<BR>Muito bem ,disse o pai, que fizeste com a maçã?<BR><BR>Comi-a. Tinha fome. <BR><BR>Vês! Muito mal. Nós judeus descascamos a maçã e com a casca fazemos um delicioso licor. Partimos em duas e damos metade aos pobres e a outra repartimos com a nossa família. Metade das sementes vendemos no mercado e a outra metade, quando tivermos mais, plantamos. Já viste como somos? <BR><BR>Bom, vou-te dar outra oportunidade. Toma este chouriço e volta amanhã. <BR><BR>-O tipo saiu um pouco lixado e voltou no dia seguinte. <BR<<BR>Então, que fizeste com o chouriço? <BR><BR>Com o fio fiz uns cordoes para os meus sapatos, com a etiqueta (chapa) fiz uma coisinha para por no fio da sua filha. Parti o chouriço a meio e em rodelas e metade dei aos pobres e a outra metade reparti com a família.<BR<<BR> Muito bem! E que fizeste com a pele?<BR><BR>Com a pele fiz um preservativo e mandei uma queca na sua filha e trago-lhe aqui o leite para fazer um galão!</P>
05 Mai, 2005

O toque

O amor é como uma caução
que se dá e tira com a mesma mão
senão existir alguma compreensão
o amor nasce quase sempre
de muito pouco, ou mesmo nada
mas pode-nos dar tudo
se o bem soubermos alimentar
amar com a mesma simplicidade
da fusão de dois corpos
se transformando num só
ao compasso mesmo fora de tom

dó-ré-mi-fá-sol-lá-si-dó

o amor é como uma canção
ao compasso do próprio tom




 











03 Mai, 2005

Só Pessoa...

Fernando Pessoa havia escrito, com apenas sete anos de idade, estes versos para a mãe:

"Eis-me aqui em Portugal,
Nas terras onde eu nasci,
Por muito que goste d'ellas,
Ainda gosto mais de ti.


Como resposta, três anos mais tarde, Maria Madalena respondeu:



Escuta
 
Dedicado "ao meu Fernando"

És muito criança ainda
Decerto não sabes bem
O valor que deves dar
Ao santo affecto da Mãe!
Queremos muito aos nossos filhos
Todos têm igual direito,
Por todos o coração
Pulsa igualmente no peito.

Todos têm o seu lugar
E são elles tão iguais,
Que no coração da mãe
Todos elles são rivais.
São rivais do mesmo affecto,
Amados com o mesmo ardor,
P'ra todos, igual desvello,
P'ra todos o mesmo amor!

Para todos a Deus pedindo
Com fé igual e anceio,
O futuro é um mystério
O presente é um receio!
Tal é a ancia constante
Que deste amor se alimenta,
Queremos um mar de bonança
Sem um dia de tormenta.

Quando chegares a saber
d'este affecto a intensidade,
Se eu já não for deste mundo
Sentirás funda saudade!
E se um dia tiveres filhos,
E uma esposa carinhosa
Que te torne a vida bella
E aches tudo côr de rosa,
Vendo o amor com que ella
Os seus filhinhos aninha,
Dirás: 'santo amor de mãe
Também era assim a minha!'

E n'esse grito a tu'alma
Nem dôce affecto tributa
Àquela que já não vês,
Mas que de longe te escuta!
E essa justa saudade
Que tu sentes tão intensa
Será do meu santo amor
A sagrada recompensa!"</font>














































02 Mai, 2005

Mondrian

Este desenho, Rapariga a escrever de 1892-95, é um daqueles em que Mondrian
retratou as modelos do atelier como se fossem figuras da vida real.
Enquanto nos estudos do seu professor, August Allebé, elas apareciam como bailarinas ou actrizes, para Mondrian a modelo transforma-se numa camponesa com touca e avental engomados, que parece escrever com dificuldade.
É um cenário antigo e idílico, parte da sua orientação pelos valores tradicionais.
O desenho é tão nítido, repare-se na posição dos membros em ângulo recto, como é simples.
 

 





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